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terça-feira, 29 de abril de 2014

SONETO DA ESPERA ALUCINANTE




SONETO DA ESPERA ALUCINANTE

Seu velejador partiu além mar
Seus dias parecem intermináveis
As lágrimas caem incontroláveis
Tão ansiosa ela está a esperar...
E como sonâmbula vai ao cais
Lançar sobre o mar seu lânguido olhar
Não foi marcado quando ele iria chegar
É assaz a espera e sofridos seus ais
O vento cortante afia a saudade
O frio dentro d'alma congela a dor
Gélida; soluça a infelicidade...
E assim, vê raiar o clarão do dia
Com o sol vislumbrou o vulto do amor
Realidade ou efêmera fantasia?


(Achei por bem inserir o poema abaixo da figura,
 para alguns momentos, em que a imagem
 não consiga ser visualizada. 
E o link abaixo, é da minha página 
no Recanto das Letras. Visite-me!?
Madalena de Jesus)







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